Chegou aos 40 anos e já não tem mais disposição para fazer o que gosta?

Chegar aos 40 anos foi, por décadas, motivo de preconceito por parte das pessoas mais jovens.

Quem não se lembra de ser considerado coroa aos 40 anos nas décadas de 60 e 70? Isso se deve muito à baixa média de idade de homens e mulheres no começo do século passado – 45 anos para mulheres e 40 anos para homens.

Com todos os avanços da Medicina e das possibilidades de vida saudável e prevenção de doenças, esta visão final de vida deixou de ter sentido até para pessoas de 70, 75 anos.

Porém, naturalmente o organismo humano sofre mudanças a partir dos 40 anos, e as pessoas devem saber lidar com elas, minimizando e até eliminando os impactos, para viver nos enta com mais saúde.

O que muda no corpo humano com a chegada dos 40 anos

Basicamente temos estas grandes mudanças, além de outras.

Pele

A pele começa a perder a elasticidade por causa da degradação do colágeno, que é a substância que impede este processo. Com isso começam a surgir as rugas e linhas de expressão. Além disso, existe uma redução do processo de renovação das células das camadas superficiais da pele.

Visão

As células do cristalino, que é a lente dos nossos olhos, não se renovam, bem como as demais células do sistema ocular. Desta forma, o cristalino vai se tornando mais rígido com o passar dos anos, criando e aumentando as dificuldades de leitura, de adaptação a claro e escuro. E os olhos se tornam mais secos, as lágrimas mais escassas.

Peso

Basicamente o nosso metabolismo – a capacidade do organismo de queimar as gorduras e transforma-las em energia e excesso a ser expelido – se torna mais lento. Com isso o ritmo de queima e excreção é menor, guardando mais calorias. Além da perda de qualidade de vida com o peso em excesso, outros efeitos colaterais são fortes: perda de libido e de disposição física, baixa autoestima, angústia e até depressão.

Libido

Começa o declínio na produção dos hormônios responsáveis pelo desejo sexual, o que acaba afetando a libido.

O que fazer ao chegar aos 40 anos e com menos disposição?

Alongue-se ao acordar

Na verdade é uma atitude que devemos ter durante toda a vida mas negligenciamos nas fases anteriores. Alongar ao acordar é essencial para preparar a musculatura e os ossos para a rotina diária e reduzir muito o risco de contusões e cãibras, porque o corpo ainda está frio e reagindo demoradamente aos reflexos e movimentos.

Vá imediatamente a um médico

Pode ser o clínico geral de tantos anos. O importante é que o médico poderá ouvir a sua história de vida até aquele momento, solicitar os exames necessários para investigar as causas e propor os tratamentos mais eficazes. Muitas vezes as mudanças são simples de adquirir e abandonar hábitos e preparar o corpo para uma nova fase onde as exigências e cuidados são outros.

Cuidar ainda mais da alimentação

A partir dos 40 anos, com as curvas de declínio físico, é importante ter uma alimentação focada na reposição de nutrientes que o corpo vai precisar. Se há uma alimentação saudável, é excelente. Mas é preciso atender exigências que previnem doenças e a queda na qualidade de vida.

Os principais alimentos são:

  • Aveia: contém antioxidantes e ajuda a reduzir o colesterol ruim;
  • Amêndoas: ajudam a reduzir os níveis de açúcar e colesterol;
  • Peixes gordos: contém ácidos graxos Ômega 3 que combatem o envelhecimento precoce, regulam a pressão arterial, são anti-inflamatórios e reduzem os riscos de AVC;
  • Tomates: possuem o licopeno, um antioxidante capaz de impedir a formação de placas de gordura nas artérias e prevenir contra câncer de próstata e estômago;

Um ótimo parceiro da alimentação, principalmente quando é difícil manter o ritmo saudável, são os suplementos específicos para os homens com mais de 40 anos, como é o caso do Dhea preço.

Fazer atividade física

Nada diferente do que fazemos nas idades anteriores; é fundamental para manter todo o corpo em atividade, gerando processos orgânicos que preservam órgãos e previnem doenças. A musculação, por exemplo, além de inúmeros benefícios, ajuda a impedir a redução de massa óssea, com a tensão muscular que gera carga elétrica para os ossos.

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